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UM FANTASMA
Presença
Na ausência
É fantasma!
Um rosto
Disforme na multidão,
Uma mensagem calada,
Quem sabe cifrada,
Disparando o coração.
Quem és tu?
És sem formas, desconhecida.
Vem atravessar meu pensar
Trazes a mim, a angustia súbita
De amar... talvez...
Mas a quem amar?
Quem és espectro que anda
Por entre ruas agitadas.
Levando-me a dor insana
De amar, sem saber nada?
Se existes só em sonhos
Sonhos de dor, bisonhos,
De carência e sofrimento
Andas e, segue os tormentos
De minha alma. Ao relento?
Na multidão que segue na calçada
No riso doido do sofrimento,
Enquanto o coração apertado
Faz da solidão o seu tormento
Segues, apenas segues ignorada.
Ignorando meu sofrimento.
20/07/12
Tony-poeta
BELÍSSIMO poema Amigo António Carlos Gomes!
ResponderExcluirGrato pelo carinho amiga Maria Batista.
ExcluirLindíssimo poema. Adorei. Parabéns amigo e poeta Antonio Carlos Gomes.
ResponderExcluirFico contente por gostares Solange.
ExcluirMuito bom!
ResponderExcluirBoa Noite Gio, Um abraço. bsj.
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