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AS
CURVAS
Sempre há uma curva
Um mundo desconhecido
Águas ardilosas.
E se insinuam
Flutuam nos sonhos
Nas curvas
Irrequietas do amor.
Quem sabe
Em alguma curva
Minh’alma inquieta
Se acalme.
Possa encontrar
Nos afagos
Nas mãos macias
Que acariciem
Nas curvas das carnes
Que curvem o poeta
Como as curvas do mar.
Tony-poeta
21/01/14
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